Inicialmente denominada Medicina Geral Comunitária, esta especialidade médica foi oficialmente reconhecida pela Comissão Nacional de Residência Médica(CNRM) em 1981, através da edição da Resolução 07/81. Em 2002, houve a troca do nome para Medicina de Família e Comunidade, nome com o qual passou a integrar a lista oficial de especialidades médicas reconhecidas pela Comissão Nacional de Residência Médica, Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina. Vale destacar que no final de 2003 a Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC) passou a integrar oficialmente a Associação Médica Brasileira (AMB). A medicina de família comunidade é a especialidade da integralidade. Apesar de existir no Brasil desde a década de 1970, seu campo de atuação ampliou-se significativamente no em nosso país quando da adoção da Estratégia Saúde da Família em 1994. A realização da Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade vem suprir uma necessidade de formação profissional especializada estando coerente com as mudanças nos currículos de graduação dos cursos de medicina em que se estimula a ampliação de carga horária das atividades de saúde coletiva em Unidade de Atenção Primária à Saúde. Entende-se que a medicina de família e comunidade é a especialidade médica que atende plenamente a atuação do médico nesse nível de atenção. Essa necessidade de formação de profissionais especialistas em MFC é sentida também no Estado do Espírito Santo, que apesar de uma rede de saúde em condições adequadas para ensino em serviço, frequentemente supre programas de residência médica de outros estados da federação.

 

 

 

Formar médicos de família e comunidade (MFC) com qualificação para a prática clínica centrada na pessoa, princípio basilar dessa esta racionalidade médica,

 

Qualificar o médico residente para promover, proteger e recuperar a saúde individual e coletiva.

 

Desenvolver competências para atuar em equipes multiprofissionais de saúde.

 

Participar no avanço cientifica e tecnológico, incrementando a realização de pesquisas em atenção primária à saúde especialmente a medicina de família e comunidade.

 

 

 

Médicos devidamente inscritos no Conselho Regional de Medicina com cópia do diploma.

 

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