Feliz seu, meu e nosso dia!

8, março de 2018

O dia internacional da mulher é marcado por uma das muitas conquistas das mulheres. A representação perante a sociedade tem mudado a sua forma de ser vista, conquistando espaços que no passado não eram possíveis.  Mas esse fato ainda não é satisfatório para uma multidão completa de mulheres, de todas as partes do mundo, que se veem inaptas para determinados cargos e são repreendidas, violentadas e excluídas da sociedade.

“As mulheres podem desistir do mercado de trabalho quando acharem que a tarefa de dona de casa e de mãe deve ser sua prioridade. Essa decisão deve receber respeito e ela não pode se sentir diminuída. Se optarem por se inserir no mercado, devem fazê-lo sem medo e com muito respeito. As dificuldades de conciliar a maternidade e o trabalho são grandes e por isso não podem ter medo. Vencer preconceitos pode ser uma grande luta e não se luta com medo. O respeito com as demais mulheres é fundamental. Não se deve tentar vencer derrubando outras mulheres e nem quaisquer pessoas. ”, conta Leda Maria, Pró-Reitora Acadêmica da UVV.

Ser mulher é mais sobre fazer das suas escolhas uma realidade, é optar por seguir seu coração e lutar por viver em mundo onde não se tenha medo. É ter vários empregos, se segmentar em muitas tarefas e cumprir muitos papéis em um só dia. É saber dosar a fragilidade com a dureza de uma rocha e não perder a compostura.

É lutar contra paradigmas e comparações.  Ir contra os pensamentos de rivalidade às mulheres, ter sororidade e entender que todas estão enfrentando as mesmas lutas. Mulheres não são inimigas umas das outras. São aliadas.

Ser mulher é desejar respeito e empatia. É lutar para ser tão boa quanto o cromossomo Y e conquistar seu espaço sem discriminação, distinção e diferenciação, recebendo o mesmo tratamento que qualquer outro ser humano.

A luta das mulheres não se limita aos pedidos do dia 8. Ela se estende pelo ano inteiro.

Juntas somos mais fortes e vamos mais longe. Feliz seu, meu e nosso dia!